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Você conhece a Degeneração Macular Relacionada à Idade?

Apesar de ser uma das doenças que mais afeta pessoas com mais de 60 anos, a maioria dos pacientes só conhecem a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) quando recebem o diagnóstico no consultório.


A DMRI é umas doenças responsáveis pela perda de visão e afeta principalmente as pessoas com mais de 60 anos. Em casos que a doença acontece por conta da genética, ela pode se manifestar ainda mais cedo, em torno dos 45 e 50 anos.


O oftalmologista e professor da Universidade São Paulo (USP), Rony Preti, afirma que a doença pode ser estabilizada quando diagnosticada nos primeiros sintomas. Além disso, como não existem tratamentos para reversão, o diagnóstico tardio pode comprometer tanto a vista que já está doente quanto a outra.


Segundo Rony, vários fatores podem influenciar a DMRI, entre eles a genética, a alimentação ao longo da vida, pacientes tabagistas e a exposição aos raios ultravioletas. “A doença acontece na mácula, região do olho que é responsável pela visão de cores e detalhes”, afirma o especialista. Quando diagnosticada precocemente, os pacientes chegam no consultório sentindo um leve desconforto. Os principais sintomas das doenças são a distorção da visão e dificuldade para ler.


O oftalmologista alerta que existem dois tipos da doença. A DMRI SECA é considerado o grau mais leve. É importante que o diagnóstico seja feito neste estágio, para que a doença não evolua para a DMRI exsudativa (forma úmida). A forma úmida é mais grave porque é quando ocorre o aparecimento da neovascularização da coroide, formação de vasos sanguíneos anormais na retina - que causam a perda rápida da visão. “Quando o paciente está com a DMRI úmida, ele não consegue enxergar um rosto na sua frente. Acontece distúrbios na imagem e manchas grandes na visão”, explica.


O tratamento para estabilizar a doença, segundo o especialista, deve ser feito com múltiplas aplicações de medicação quimioterápica. O tempo do tratamento é diferente para cada paciente. Para os pacientes mais velhos e que pretendem fazer a cirurgia de cataratas, é preciso estar atento à DRMI. “Quem vai operar deve ser avaliado com muito detalhe, realizar tomografia, fazer o tratamento e só depois passar pela cirurgia”, orienta.


O especialista alerta que ainda que não sinta nenhum dos sintomas, a partir dos 40 anos todos devem passar regularmente pelo oftalmologista, ao menos uma vez por ano. “O paciente tem que entender que a consulta não é só revisão do óculos de rotina. Ela serve também para detectar outros problemas”, finaliza.


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