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Idosos: doença de Parkinson

Quando o diagnóstico de Parkinson é apresentado à uma família, junto chegam as inseguranças. Parkinson é uma doença degenerativa do Sistema Nervoso Central (SNC), que afeta diretamente a coordenação motora e também os movimentos voluntários do corpo.



Os principais sintomas são os tremores, enrijecimento dos músculos, lentidão e pobreza dos movimentos e alterações posturais. Os casos são registrados em pessoas com mais de 50 anos e apesar de atingir mais o sexo masculino, pode acontecer em ambos os sexos.


De acordo com o Ministério da Saúde, o diagnóstico da doença é feito com o histórico clínico do paciente e no exame neurológico. Ainda não existe nenhum teste específico para determinar a doença ou sua prevenção.


No início os sintomas acontecem de maneira suave e se agravam com o passar do tempo, podendo assim ocasionar complicações mais sérias. Os primeiros sintomas são:


◆ Diminuição ou desaparecimento de movimentos automáticos (como piscar)


◆ Constipação


◆ Dificuldade de engolir


◆ Babar


◆ Equilíbrio e caminhar comprometidos


◆ Falta de expressão no rosto (aparência de máscara)


◆ Dores musculares (mialgia)


◆ Dificuldade para começar ou continuar o movimento, como começar a caminhar ou se levantar de uma cadeira


◆ Perda da motricidade fina (a letra pode ficar pequena e difícil de ler, e comer pode se tornar mais difícil)


◆ Movimentos diminuídos


◆ Posição inclinada


◆ Músculos rígidos (frequentemente começando nas pernas)


◆ Tremores que acontecem nos membros em repouso ou ao erguer os membros


◆ Tremores que desaparecem durante o movimento


◆ Com o tempo, o tremor pode ser visto na cabeça, nos lábios e nos pés


◆ Pode piorar com o cansaço, excitação ou estresse


◆ Voz para dentro, mais baixa e monótona


◆ Ansiedade, estresse e tensão


◆ Confusão


◆ Demência


◆ Depressão


◆ Desmaios


◆ Alucinações


◆ Perda de memória


Quando alguém é diagnosticado com o Parkinson, o mais seguro é que ele tenha um acompanhante preparado para lidar com a situação. Como se trata de uma síndrome que não tem cura, é importante que seu acompanhante esteja ciente de como a doença acontece no dia a dia, inclusive em como lidar com as medicações, conforme a prescrição médica.

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