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Dengue: os cuidados com os idosos

Atualizado: 21 de Dez de 2018

Apesar de ser uma das estações mais esperadas pelos brasileiros, a chegada do Verão traz também algumas preocupações. A dengue, que tem seu índice de infectados elevado nessa época do ano, é uma das doenças que merece atenção redobrada.


Segundo o Ministério da Saúde, para pessoas com mais de 60 anos o risco da doença é maior e as chances de óbitos aumentam em 12 vezes em comparação aos mais jovens. É importante que a família e os cuidadores estejam atentos aos focos do mosquito Aedes Aegypti para garantir a segurança dos idosos.


De acordo com o levantamento, publicado em 2013, o risco elevado está associado às doenças crônicas como diabetes e cardiopatias. Caso more em uma área na qual são registrados muitos casos, é necessário que haja um cuidado maior com os focos do mosquito. Vale lembrar que os moradores de apartamento devem se preocupar e se proteger da mesma maneira que aqueles que moram em casas.


Os principais sintomas que aparecem relacionados à dengue são parecidos com um mal-estar. O infectado pode apresentar febre, náuseas, dor no corpo, forte dor nas articulações, fadiga e perda de apetite. Também é comum que o paciente tenha dor de cabeça e manchas avermelhadas espalhadas pelo corpo. Por causa do fator de vulnerabilidade, os idosos são orientados a procurar uma unidade de saúde assim que surgirem os primeiros sinais da doença”, esclarece o Ministério de Saúde.


Existem dois tipos de dengue, a clássica e a hemorrágica - considerada a versão mais severa da doença. Os sintomas das duas formas são semelhantes. A diferença entre elas é que na dengue hemorrágica a febre diminui ou cessa após três ou quatro dias e podem aparecer sangramentos na gengiva e no nariz, vermelhidão nos olhos, urina com sangue, confusão mental e vômitos persistentes. O idoso que tiver a suspeita de qualquer um dos tipos não deve tomar nenhuma medicação e precisa procurar por atendimento médico imediatamente.


Eliminando os focos


O Ministério de Saúde vem fazendo uma forte campanha para eliminar o mosquito em todo o país, mutirões são realizados ao longo do ano e as ações são intensificadas com a chegada do Verão. Apesar disso, é necessário que a população tenha consciência de que o trabalho de eliminação do Aedes Aegypti deve ser feito em parceria com os órgãos públicos. É importante lembrar que além da dengue, o Aedes também é o mosquito transmissor de doenças como a Zika e a Chikungunya.


Veja o que fazer para ajudar no combate ao mosquito*


◆ Tampe os tonéis e caixas d’água;

◆ Mantenha as calhas sempre limpas;

◆ Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;

◆ Mantenha lixeiras bem tampadas;


◆ Deixe ralos limpos e com aplicação de tela;

◆ Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia;


◆ Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;

◆ Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa.


◆ Cubra e realize manutenção periódica de áreas de piscinas e de hidromassagem;

◆ Limpe ralos e canaletas externas;


◆ Atenção com bromélia, babosa e outras plantas que podem acumular água;

◆ Deixe lonas usadas para cobrir objetos bem esticadas, para evitar formação de poças d’água;


◆ Verifique instalações de salão de festas, banheiros e copa.



*As informações do combate à dengue foram retiradas do site da Agência Nacional da Saúde Complementar (ANS)

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